Com Lírio nos Olhos

by Cais Virado

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“Com Lírio nos Olhos” é o primeiro compacto virtual de 2014 do grupo Cais Virado. A faixa título é uma lambada com influências do Ijexá , afrohouse e baixo no estilo banda Black Rio. Na letra Keila versa sobre um relacionamento conflituoso. Apesar de retratar a morte, é uma letra irônica inspirada na canção “À Beira do Pantanal” de Raul Seixas. Já “Farol Velho" é um instrumental com baixo cromático, influências afro-eletrônicas, synths e guitarras reverberadas, com bateria inspirada no carimbó estilo Pinduca. Ambas são uma prévia do futuro EP a ser lançado pela banda no primeiro semestre de 2014.

credits

released March 21, 2014

Lyrics and Lead Vocals: Keila Monteiro
Bass: Príamo Brandão
Guitar and Backing Vocals: Bruno Rabelo
Drum programming, samples and effects: Raniery Pontes
Production and mixing: Raniery Pontes and Bruno Rabelo
Mastering: Audio Animals and Ivan Jangoux (Quarto Amarelo)
Label: Inv REC

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Cais Virado Belém, Brazil

Formada em 2012, a banda Cais Virado reúne uma multiplicidade de referências dentro do universo da música autoral. Em suas canções com letras poéticas, o grupo transita desde a guitarrada e rock à multifacetada música africana. O nome da banda remete à relação de negação e afirmação entre Belém e os rios que a circundam. ... more

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Track Name: Com Lirio nos Olhos
jurada de morte,
eu hei de fazer-te
um arranjo de flores
bem desidratadas!
jurada de morte,
a rasga-mortalha
anuncia tua sorte

arrisco minha vida
fazendo injúrias,
ataques, calúnias,
chantagens que o dia
me obriga a fazer

jurada de morte
respiro o alívio
daquela batalha
bem mal sucedida

que alma tão forte! arrisco minha vida...


Refrão:
[quem disse que o grande barato das coisas
é vê-las viver rodeadas de flores?]

jurada de morte,
eu trago a notícia
da tua desgraça
num doce sorriso
que tarda e não passa
morte merecida!
há cravos e rosas
arranjos de lírios...

arrisco minha vida
fazendo injúrias...

lá vai o cortejo
bem desanimado
com prantos de lentes
e rosto corado

a fingir despedida...
que falta de sorte!

(Refrão)

arrisco minha vida
fazendo injúrias...

jurada de morte,
eu trago crisântemos
bem coloridos
morte merecida!

que alma tão forte!
arrisco minha vida...

(Refrão)